Competição Feminina

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Competição é a interação de indivíduos da mesma espécie ou espécie diferentes (humana, animal ou vegetal) que disputam algo. Esta disputa pode ser pelo alimento, pelo território, pela luminosidade, pelo emprego, pela fêmea, pelo macho, etc. Logo, a competição pode ser entre a mesma espécie (intraespecífica) ou de espécie diferente (interespecífica). Em ambos os casos, esse tipo de interação favorece um processo seletivo que culmina, geralmente, com a preservação das formas de vida mais bem adaptadas ao meio ambiente, e com a extinção de indivíduos com baixo poder adaptativo.

Assim, na ecologia, a competição constitui um fator regulador da densidade populacional, contribuindo para evitar a superpopulação das espécies.

Os comportamentos da agressão têm como objectivo não só a sobrevivência de cada indivíduo mas também a dos seus descendentes, isto é, o futuro da espécie.

A teoria de Charles Darwin sobre a especiação, prega a seleção natural, mecanismo pelo qual a natureza seleciona organismos mais capacitados a sobreviver em determinado ambiente.

 

A competição entre as mulheres ocorrem com o aparecimento de pequenos conflitos e disputas, pode haver disputa pela atenção do homem, quando ele é o símbolo de segurança e sucesso para as mulheres envolvidas nesta disputa, ou quando há desejo sexual por esse homem (as duas o desejam): a personalidade dele nada tem a ver com a disputa, não é a pessoa que se deseja, mas o que ela representa e pode proporcionar.

Um exemplo disso são os atores, cantores, homens com cargos políticos ou títulos de nobreza que sempre atraem grupos de mulheres. No Brasil são famosas as mulheres chamadas de “Maria Chuteira,” mulheres que competem entre si na busca de namoro ou até casamento com jogadores de futebol, que são em nosso país, um modelo de homem bem sucedido.

Outro motivo pode ser de natureza diferente, ele não é disputado pela proteção que representa, nem pela atração sexual que exerce, mas por servir de termômetro (representando todos os homens) para medir a beleza entre duas ou mais mulheres, quando elas são inseguras com relação ao corpo e alienadas de sua capacidade intelectual. Novamente o homem é algo que serve para medir, sem envolvimento afetivo. Citando outro exemplo, é comum as adolescentes adotarem determinada moda guiada não pelo gosto pessoal, mas pelo sucesso que as amigas fazem com tais roupas diante dos homens.

Analisando os contos de fadas a disputa é sempre pela atenção de um homem símbolo. O amor do homem em questão não é mencionado, a luta aparentemente é para saber quem é a mais bela, a melhor, a preferida.

Essa disputa acontece através de jogos de palavras, alianças, acordos e estratégias. A mulher é política, deixe o poder em suas mãos e não haverá mais guerras e multiplicará o número de diplomatas.

Porém, quando a rivalidade se torna um problema crônico, é melhor avaliar a quantas andam a maturidade e a auto-estima. Enxergar todas as mulheres como rivais, é sinal de uma grande insegurança a respeito das nossas capacidades, mas também pode revelar algum problema de personalidade. Se a pessoa só consegue manter uma boa auto-estima quando se sente melhor do que as outras à sua volta, precisa procurar apoio psicológico. Afinal, viver se comparando aos outros é um belo convite ao estresse e à depressão.

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